CONSELHO DE NOTÁVEIS:
Para selecionar os vencedores do Troféu Telê Santana, a TV Alterosa consulta um time de grandes estrelas do futebol mineiro de todos os tempos: seu Conselho de Notáveis, presidido pelo técnico Renê Santana, que representa o pai na escolha dos melhores jogadores mineiros no Campeonato Brasileiro.
Conheça os CONSELHEIROS NOTÁVEIS:
Arquivo EM/DA Press CARLOS ALBERTO SILVA O treinador dirigiu o Guarani na sua primeira e única conquista do Campeonato Brasileiro, em 1978. Comandou ainda vários outros clubes, como o Atlético-MG, Cruzeiro, São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos, ao longo de mais de 20 anos. Dirigiu também clubes do exterior como o La Coruña, da Espanha, e o Porto, de Portugal, conquistando por esse último dois campeonatos nacionais e uma Supercopa. Quando comandou o Atlético-MG, apresentava um dos melhores times da história, contando com Reinaldo, Toninho Cerezo, Eder, Paulo Isidoro e João Leite no gol. Foi também treinador da Seleção Brasileira entre 1987-1988, conquistando medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 1987, em Indianapolis.
Foto Jair Amaral/EM/D.A Press - 16/06/2009 DADÁ MARAVILHA Ídolo da torcida atleticana, Dario José dos Santos fez 926 gols vestindo a camisa de 16 clubes em todas regiões do Brasil. O ex-craque é dono de um recorde mundial ao marcar 10 gols em uma única partida. Outro recorde, dessa vez nacional, é conquista da artilharia do Campeonato Brasileiro por três vezes. Destaque no Campeonato Brasileiro de 1971, Dadá fez o gol - contra o Botafogo - que levou o Clube Atlético Mineiro a ser campeão daquele ano.
Euler Junior/EM/D.A Press DIRCEU LOPES Um dos maiores fenômenos produzidos pelas divisões de base do Cruzeiro. Ao lado de Tostão, formou uma das duplas mais geniais do futebol mundial, tornando-se o segundo maior artilheiro de toda a história do Cruzeiro, onde passou praticamente toda a sua carreira esportiva, atuando em 594 partidas. Apenas em 1975 jogou pelo Fluminense, mas retornou à Raposa por mais duas temporadas. Dirceu encerrou a carreira no Democrata, de Governador Valadares; depois de passar pelo Uberlândia.
Celson Birro/Estado de Minas/D.A Press ÉDER ALEIXO Começou a se destacar no futebol defendendo o Grêmio, na época comandado por Telê Santana. O ponta-esquerda também foi uma das estrelas da Seleção Brasileira de 1982. Conhecido como "O Bomba da Vila Olímpica", começou a carreira no América-MG, e jogou no Atlético Mineiro; Palmeiras; Inter de Limeira; Santos; Sport, de Recife; Botafogo; Cerro Porteño, do Paraguai; Fenerbach, da Turquia, União São João; Montes Claros; Atlético Paranaense e Cruzeiro, onde foi campeão da Copa do Brasil de 1993. Com a camisa da Seleção Brasileira, disputou 52 partidas oficiais.
Valéria Mendes/Site TV Alterosa EVALDO CRUZ Iniciou sua carreira no Fluminense, onde foi campeão Panamericano e Carioca. No Cruzeiro foi seis vezes campeão mineiro e também da Taça Brasil. Como treinador profissional, iniciou sua trajetória no América Mineiro; passou pelo Juvenil de Santa Tereza; Juvenil do Cruzeiro; Mamoré e Júnior do Atlético - onde conquistou os títulos da Taça MG e Torneio de Londrina. Como auxiliar técnico, atuou no Profissional do Botafogo, no Social de Coronel Fabriciano; no Sport de Recife; no América-MG e no Fortaleza. Também foi Treinador de Fundamento aos Amadores no Cruzeiro.
Jorge Gontijo/EM/D.A Press JAIR BALA Começou a carreira no Estrela do Norte e passou pelo Flamengo e Botafogo até chegar ao América Mineiro, em 1964. Naquele mesmo ano, ficou conhecido como o maior artilheiro do Independência. Também jogou no Comercial, de Ribeirão Preto; Palmeiras; XV de Piracicaba e Santos. Em 1971, voltou ao América para ser campeão mineiro e novamente artilheiro do campeonato. Ainda jogou pelo Bahia e encerrou a carreira no Paysandu, assumindo depois o título de treinador do Sete de Setembro, do América, do Londrina e de vários times do interior.
Marcos Vieira/EM/D.A Press JOÃO LEITE Foi um dos maiores goleiros do Clube Atlético Mineiro, onde assumiu o lugar do argentino Ortiz, em 1976. Ficou conhecido pelas defesas impossíveis e pelo hábito de entregar bíblias a jogadores adversários, o que lhe rendeu o apelido de "Goleiro de Deus". Um dos momentos inesquecíveis na carreira foi o vice-campeonato brasileiro, em 1977. Também jogou no Vitória de Guimarães, de Portugal; no América Mineiro e no Guarani. Foram dez anos como titular absoluto no Atlético, com passagens pela Seleção Brasileira.
Marcos Vieira/EM/D.A Press LUISINHO Foi um "zagueiro clássico", que não precisava utilizar a violência para desarmar o adversário. No início de sua carreira, no Villa Nova, chegou a jogar como atacante e foi para o Atlético Mineiro, em 1979, por empréstimo, sendo contratado no mesmo ano. A disciplina sempre foi seu ponto forte e o jogador chegou a ocupar uma vaga na equipe de Telê Santana, na Copa de 1982. Luisinho jogou sua última partida pelo Galo em 1989, pelo Campeonato Brasileiro. Depois foi para o Sporting, de Portugal, onde encerrou a carreira.
Foto: Sport Press NELINHO Canhão no pé direito: é como se referem ao jogador carioca, craque que atuou pelo Olaria, Bonsucesso, Portugal e Remo antes de chegar ao Cruzeiro. Foi no clube paraense que o técnico Orlando Fantoni descobriu o lateral-direito e o trouxe para a Raposa, onde foi campeão mineiro quatro vezes, além de campeão da Taça Libertadores da América, em 1976. Nelinho chegou à Seleção Brasileira, jogando 24 partidas e marcando seis gols. Foi ainda campeão gaúcho pelo Grêmio e quatro vezes campeão mineiro pelo Atlético Mineiro.
Emmanuel Pinheiro/EM/D.A Press PALHINHA Ídolo no Cruzeiro e no Corinthians, começou a carreira na Toca da Raposa, onde viveu sua melhor fase em 1976, quando foi artilheiro da Libertadores - com 13 gols - e ajudou o Cruzeiro a conquistar o título sul-americano. Em 1977, deixou o time para jogar no Corinthians, mas voltou para Minas Gerais, em 1980, para vestir a camisa do Atlético Mineiro. Atuou no Santos, teve mais uma passagem pelo Cruzeiro e encerrou a carreira no América-MG. Fez 19 partidas pela Seleção Brasileira e chegou a ser técnico do Corinthians.
Jair Amaral/EM/D.A Press PAULO IDISORO O belo-horizontino começou a carreira no Ideal do bairro das Garças. Em 1973, já estava no Atlético e foi emprestado ao Nacional, de Manaus. Meia ágil e habilidoso, foi vice-campeão brasileiro em 1977 e participou da célebre seleção de Telê Santana, na Copa do Mundo de 1982, na Espanha. Um ano antes, havia conquistado o Mundialito no Uruguai. Em 1984, foi campeão paulista pelo Santos. Paulo Isidoro jogou também no Cruzeiro e encerrou a carreira no norte do país, aos 43 anos.
Foto: Gladyston Rodrigues/EM/DA Press PAULO ROBERTO PRESTES Paulo Roberto Araújo Prestes foi jogador do Atlético entre os anos de 1986 e 1996. Com a camisa alvinegra, o lateral-esquerdo marcou 38 gols em 504 jogos. Em 11 temporadas pelo Galo, foi o segundo jogador que mais atuou pelo clube em Brasileiros, com 189 partidas. Natural de Porto Alegre, RS, Paulo Roberto iniciou sua carreira no Internacional, em 1982. Atuou ainda como jogador do Botafogo e Palmeiras. Cinco vezes Campeão Mineiro e Campeão da Conmebol em 1992 pelo Galo, o ex-jogador destacou-se pelas arrancadas ao ataque e pelo chute forte de pé esquerdo.
A3 Produções REINALDO Não foi só o artilheiro máximo do Atlético Mineiro, mas um dos maiores centroavantes do Brasil. Além de conquistar cinco campeonatos mineiros e de ser duas vezes vice-campeão brasileiro, em 1977 bateu um recorde que levou 20 anos para ser derrubado. Apesar de estar com um dos joelhos seriamente lesionado, marcou 28 gols no Campeonato Brasileiro daquele ano. Reinaldo ainda jogou no Palmeiras, Cruzeiro e encerrou a carreira no futebol holandês, defendendo o Telstar.
Jorge Gontijo/EM/D.A Press RENÊ SANTANA O carioca tentou a sorte como jogador, mas um acidente com motocicleta inviabilizou sua carreira. O filho de Telê Santana resolveu seguir a tradição paterna e tornou-se técnico de futebol. Já comandou o Valeriodoce, de Itabira; o Ipatinga; o Tupi, de Juiz de Fora; o Mamoré, de Patos de Minas; o Rio Branco, de Americana; o Sãocarlense, de São Carlos; o Vilavelhense, de Vila Velha; e o Legião, do Distrito Federal, onde trabalhou até julho de 2008.
Foto: Divulgação RAUL PLASSMAN Mudou o tradicional uniforme de goleiros com sua famosa camisa amarela. Defensor do gol do Atlético Paranaense, São Paulo, Cruzeiro e Flamengo; chegou à Seleção Brasileira e foi o jogador que mais títulos importantes conquistou no futebol mineiro. Em 2003, foi convidado para ser auxiliar técnico de Marinho Peres, no Juventude, e após algumas rodadas tornou-se o treinador. Em 2004, trabalhou como dirigente do Londrina, antes de voltar a ser comentarista esportivo.
Foto Eugenio Gurgel/Esp.EM/D.A Press - 09/02/2009 RONALDO LUÍS Mineiro de Belo Horizonte, Ronaldo Luís Gonçalves, lateral-esquerdo, chegou ao São Paulo em 1992, vindo do América-MG. Foi titular do time paulista durante toda a segunda parte da temporada ajudando o time a conquistar a Taça Libertadores da América, o Campeonato Paulista e principalmente o Mundial Interclubes daquele ano. Ainda jogou o ano de 1993 ajudando o clube a conquistar novamente os títulos da Taça Libertadores da América e o Mundial Interclubes, além das inéditas Recopa Sul-Americana e Supercopa.
Marcos Vieira/EM/D.A Press ZÉ CARLOS José Carlos Bernardo foi apontado como o "carregador de piano" do Cruzeiro por mais de uma década. Por ter defendido a nação azul por 628 jogos, o volante integrou duas gerações vitoriosas do time. No "quadrado mágico", junto com Piazza, Dirceu Lopes e Tostão, foi responsável pela conquista de vários títulos na década de 1960. Campeão brasileiro pelo Guarani, de Campinas; também atuou como técnico no mesmo time, e no Mogi Mirim, Botafogo, Avaí e Criciúma, além dos árabes El Rahed e Jabalen.
Jair Amaral/EM/D.A Press WILSON PIAZZA Começou a jogar futebol no Estrela, um time de várzea de Belo Horizonte. Destaque da equipe, o mineiro de Ribeirão das Neves despertou o interesse do Renascença e depois do Cruzeiro, que o contratou em 1964. Bastou um ano para que o volante levantasse a taça do Campeonato Mineiro de 1965. Em 1974 e 1975, o time de Piazza venceu a Taça Brasil e ainda conquistou a Copa Libertadores de 1976. Piazza se aposentou depois de 13 anos defendendo as cores do Cruzeiro.

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