ALTEROSA ESPORTE

Felipão e Parreira insistem que acertaram

Pior do que os 90 minutos da histórica derrota por 7 x 1 para a Alemanha na terça-feira, no Mineirão, foram os 52 minutos de entrevista coletiva não programada — palavras do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva — no dia seguinte à tragédia. Apelidados de "dream team" pela Fifa antes do início da Copa, Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira cumpriram a obrigação. Levaram a comissão técnica ao palco para uma lavação de roupa suja diante da imprensa.

A estratégia deveria ter o desfecho do 'day after' da Squadra Azzurra, após a eliminação precoce na fase de grupos. Mas faltou vergonha na cara. Tanto o técnico Cesare Prandelli quanto o presidente da Federação Italiana, Giancarlo Abete, pediram demissão no dia seguinte ao caos dos tetracampeões. Abandonado pelo mandatário da CBF, José Maria Marin — o mesmo que se sentou ao lado dele em 7 de maio, na última ceia, ou melhor, na convocação antes da Copa em uma badalada casa de show no Aterro do Flamengo —, Felipão contou apenas com o fiel escudeiro Parreira.

10 de julho de 2014

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