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Previsão de chuva para o clássico vira preocupação a mais

Entregue em dezembro de 2012 como a segunda arena pronta para a Copa do Mundo (o Castelão, em Fortaleza, foi concluído poucos dias antes), o novo Mineirão tem pago um preço por ter sido um dos precursores para o Mundial. Meses depois do torneio Fifa, o uso de uma fibra recomendada pela entidade máxima do futebol para ser aplicada ao gramado tem prejudicado a vazão de água em dias de temporal. Somado a uma areia mais fina do que o recomendável, o excesso do material elástico tem encharcado a grama do Gigante da Pampulha, embora o sistema de drenagem funcione normalmente.

No domingo, no jogo do tetracampeonato do Cruzeiro diante do Goiás, o campo de 105m x 68m voltou a se transformar em piscina: jogadores tropeçavam, a bola rolou com dificuldade e tufos de grama voavam entre um lance e outro. O aguaceiro já havia sido registrado em pelo menos outras duas ocasiões, na véspera da reinauguração com Cruzeiro e Atlético, em 2 de fevereiro do ano passado, e antes de Cruzeiro x Minas Boca, também pelo Mineiro, em março. A Minas Arena promete uma solução até fevereiro, após o intervalo de fim de ano. Veja o que a bancada e os jogadores comentaram sobre esse assunto:

25 de novembro de 2014

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