JORNAL DA ALTEROSA

Insegurança nas corridas de táxi em BH

O caso de agressão envolvendo passageiros e um taxista, durante corrida entre Nova Lima e Belo Horizonte revela a insegurança de quem usa esse tipo de transporte. O número de reclamações contra motoristas é enorme na capital.

Acompanhe a caso:
Taxista confessa agressão a passageiros, mas diz que apanhou primeiro
Passageiros são agredidos por taxistas

Oitenta e cinco mil pessoas usam táxi todos os dias na cidade. São 6 mil veículos nas ruas, mas a relação entre motoristas e passageiros não está nada boa. Para se ter um ideia, a BHtrans tem 1500 reclamações registradas contra taxistas só neste ano. As motivações são várias. Entre elas, a recusa por corridas e cobrança por bagagem.

A denúncia mais grave foi a dos jovens que foram agredidos na BR-040. Adriano de Souza é acusado de espancar passageiros que voltavam de uma festa às margens da BR-040 que se recusarem a pagar R$ 50 pela corrida sem taxímetro ligado. O motorista negou e disse que revidou porque apanhou antes.

A polícia alerta que, em casos de suspeita, é preciso manter a calma e ficar atento a alguns detalhes. O primeiro é conferir se a foto que está no painel é a mesma de quem conduz o carro e anotar a placa do táxi. Depois, observar se o taxímetro tem o selo do Inmetro e sempre, pedir o recibo da corrida.

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24 de novembro de 2011

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