JORNAL DA ALTEROSA

Minas tem 90 mil procurados pela justiça

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Cerca de 90 mil pessoas em Minas são procuradas pela justiça, mas nem todas são foragidas. Especialistas explicam a diferença e contam como quem comete crimes conta com a ineficiência da justiça ou as brechas da lei para dificultar o trabalho da polícia de colocá-los atrás das grade.

Roni Peixoto. Traficante de drogas. Perigoso. Condenado a 31 anos de prisão. Wagner Luiz da Silva, o Fumaça. Ele está envolvido com o tráfico de drogas e com vários homicídios. Matou o próprio comparsa. Ricardo Leonel Lima, de 23 anos, matou a namorada a facadas em Diamantina. Ele fugiu depois do crime. O que eles têm em comum? São procurados pela justiça, com mandados de prisão expedidos e estão nas ruas.

Segundo o chefe do Departamento de Investigações, delegado Edson Moreira, muitas vezes a própria justiça manda liberar quem está detido e depois expede novo mandado de prisão. Aí, o desafio é localizar o alvo.

É o caso de Roni Peixoto. O traficante estava no regime semiaberto. Segundo a polícia, ele usou um documento forjado para provar que estava com emprego garantido, saiu pela porta da frente da penitenciária e não voltou mais. Wagner Luiz da Silva figura na lista dos 12 mais procurados da Polícia Civil. Ele sabe do mandado de prisão e não foi localizado onde morava. O paradeiro de Ricardo Leonel Lima também é desconhecido.

A juíza da 6ª Câmara Criminal do Fórum Lafayette, Luziene Medeiros, diz que os três estão, sim, na condição de foragidos. "Toda vez que a pessoa não atende mandado da justiça eu entendo que ela está foragida", argumenta.

Assista à reportagem da TV Alterosa e entenda a diferença dos termos:

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14 de outubro de 2011

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