JORNAL DA ALTEROSA

Ministério Público faz pressão para que Samarco apresente auxílio rápido às vítimas de Mariana

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deu um ultimato a Samarco. Até 9 de dezembro, a mineradora precisa assinar um termo de ajustamento de conduta (TAC), com 21 cláusulas, sob pena de suas duas controladoras %u2013 a brasileira Vale e a anglo-australiana BHP Billiton %u2013 se tornarem rés em processos judiciais que buscam a reparação dos danos morais e materiais aos desalojados pela onda de lama e rejeitos que vazaram da Barragem do Fundão, em Mariana.

A minuta do TAC foi apresentada ontem ao diretor-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, pelo promotor Guilherme Meneghin, numa audiência em que o executivo foi ouvido, na condição de testemunha, das 13h às 16h30. Entre as 21 cláusulas, o promotor cobra maior agilidade na transferência das famílias de hotéis para casas alugadas e o repasse de uma quantia, em torno de R$ 10 mil por família, para que os desalojados tenham como recomeçar a vida.

2 de dezembro de 2015

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