JORNAL DA ALTEROSA

Testemunhas do Caso Bruno são flagradas com celular no segundo dia do julgamento

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21 de novembro de 2012 – Uma das polêmicas do segundo dia de julgamento foi o flagrante, pela Polícia Militar, de Elenilson Vitor, ex-caseiro de Bruno arrolado como testemunha de defesa, usando um celular. Segundo o promotor do caso, Henry Wagner, os militares fizeram uma varredura entre as outras testemunhas, que deveriam estar incomunicáveis, e constataram que mais cinco delas estavam com telefone no hotel.

Outro ponto alto foi o depoimento de Jailson Alves. O detento foi arrolado pela acusação e confirmou a denúncia sobre o suposto plano de Bola, de quem foi colega de cela, para matar autoridades envolvidas no Caso Bruno. Jailson também confirmou que foi ameaçado dentro da Penitenciária Nelson Hungria por Bruno, com quem ficou frente a frente no salão do júri. Irritado, o goleiro negou a acusação e disse que não conhecia o detento.

Mas as polêmicas da terça-feira haviam começado pouco depois do início da sessão, quando Bruno destituiu o advogado Rui Pimenta. Para o promotor do caso, uma manobra do próprio goleiro, a quem chamou de manipulador, para tentar algum benefício em adiar seu julgamento. Em vez de Bruno, quem saiu do caso foi a ex-mulher dele.

Foi Francisco Simim, o advogado de Dayane, que assumiu a defesa do goleiro, mas como não podia representar dois réus no mesmo caso, a juíza Marixa Rodrigues desmembrou, novamente, o julgamento, dando preferência a Bruno, que está preso.

Dayane, agora, será julgada em janeiro, ao lado de Bola, Coxinha e Elenilson. Francisco Simim disse acreditar na absolvição do cliente que, para ele, é um homem bom.

Com a mudança, a defesa de Bruno foi reforçada pelo advogado Tiago Lenoir, que também causou muita polêmica por terem divulgadas conversas dele no twitter quando ainda não participava do júri. Em uma delas, afirmou que “Bruno e Macarrão deveriam confessar o assassinato de Eliza e negar a ocultação de cadáver e o cárcere privado”. O objetivo seria o goleiro pegar uma pena menor e, como já cumpriu parte dela, estar livre para o campeonato Brasileiro de 2013. Em outra publicação, o advogado chegou a apostar uma caixa de cerveja pela condenação dos réus. Questionado, Tiago desconversou.

Mas a notícia serviu de munição para a promotoria. "Não tenho conhecimento formalmente, mas se de fato ele disse isso, podemos esperar um demorado coma alcoólico", declarou o promotor Henry.

Veja o resumo do segundo dia do julgamento na reportagem:

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21 de novembro de 2012

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