JORNAL DA ALTEROSA
Trio de classe média que distribuía droga rara em festas na Zona Sul de BH é preso
[FOTO1]10 de outubro de 2012 – Foram apresentados hoje três suspeitos de vender uma droga nova: a MDMA. Trocando em miúdos: o ecstasy na forma mais pura. Os rapazes de classe média agiriam em festas na zona Sul de Belo Horizonte. O entorpecente ganha mais força se misturado a bebidas.
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Com os suspeitos, que são promoters dos eventos, foram encontrados 15 quilos de maconha, 346 comprimidos de ecstasy e cristais de MD, que é a matéria-prima do ecstasy. Segundo a Polícia Civil, os traficantes são de famílias estabilizadas e usavam o dinheiro da venda para a diversão.
A polícia começou a investigar os suspeitos há quatro meses. Alguns investigadores chegaram a frequentar festas noturnas realizadas em boates da Região Centro-Sul de Belo Horizonte para flagrar como a quadrilha agia. Nessa terça-feira, Anderson Alves dos Anjos, de 26 anos, Alexandre Tomich Baptista de Oliveira, de 31, e Bruno Sussman Guimarães, de 29, acabaram presos.
Bruno é apontado pela polícia como o cabeça da quadrilha e é quem teria os contatos com os fornecedores da droga. Guimarães foi preso quando estava em um restaurante no Bairro São Bento. Com ele foram encontrados selos de LSD. Na casa do homem, localizada em Macados, em Sebastião das Águas Claras, foram apreendidos comprimidos de ecstasy e cristais de MD.
Já Anderson foi preso em casa, no Bairro Palmeiras, na Região Oeste da capital, com vários comprimidos de ectasy. Segunda polícia, ele organizava e divulgava destas através de um site. A maioria dos eventos seriam de músicas eletrônicas. Alexandre foi detido em uma residência no Bairro Buritis, também na mesma região, com mais drogas e um carro. No veículo foi encontrado um fundo falso onde o material era transportado. As investigações apontaram que o imóvel era usado para estocar a mercadoria, pois ele morava sozinho.
De acordo com a PC, o um público-alvo da quadrilha são pessoas de alto poder aquisitivo. As drogas eram vendidas, normalmente, em festas fechadas, o que dificultou a prisão deles. %u201CTodos são de famílias estabilizadas e acabam entrando para o tráfico pelo vício e a facilidade de ganhar dinheiro. Quantia esta que eles esbanjavam em noitadas, diversão e viagens%u201D, afirma o delegado Márcio Lobato.
Durante a apresentação o único que se defendeu foi Anderson. “Sou viciado, mas não vendo drogas”, disse. Os outros acusados preferiram ficar calados. A polícia tenta agora idenficar o fornecedor das drogas. As investigações apontam que o material é transportado do exterior para a capital.


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10 de outubro de 2012