JORNAL DA ALTEROSA
Especialista diz que dança das cadeiras de advogados de Bruno pode prejudicar o réu
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21 de novembro de 2012 – O ex-goleiro Bruno Fernandes coleciona advogados. Já foram dez, em pouco mais de dois anos, desde que ele foi preso.
Em julho de 2010, Bruno Fernandes se entregou à polícia do Rio de Janeiro acompanhado do advogado do Flamengo, Michel Assef. Assim que o contrato foi cancelado com o clube, Assef deixou o caso e o advogado Ércio Quaresma assumiu. Durante a fase de instrução na Justiça, ele deu várias declarações polêmicas.
O advogado foi flagrado usando crack e punido pela OAB. Quaresma ficou noventa dias afastado da profissão e o curitibando Cláudio Dalledone assumiu os trabalhos.
Ângelo Carbone também defendeu Bruno por um período curto. Dois mil e doze começou com Bruno sendo representando por Rui Pimenta que, no início do caso declarou que Eliza estava morta, mas depois mudou de estratégia alegando que a modelo estava trabalhando em um país da Europa. Rui foi destituído no segundo dia de julgamento. O motivo teria sido a formação do conselho de sentença.
Francisco Simim e Rodrigo Bizoto também deixaram a defesa de Buno. Tiago Lenoir assumiu a defesa por cerca de doze horas, apenas. Nesta manhã, ele foi substituído por Lúcio Adolfo e Antônio da Costa Rolim.
Para Eliézer de Almeida, advogado da comissão de Assuntos Penitenciários da OAB essa dança de cadeiras pode prejudicar o réu. Veja na reportagem:


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Lúcio Adolfo fala sobre decisão de assumir a defesa de Bruno:


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21 de novembro de 2012