JORNAL DA ALTEROSA
Estudante embriagado que matou policial atropelado vai a júri popular
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01 de fevereiro de 2012 – Três anos depois da morte do marido, uma viúva aguarda a justiça. Ele era policial militar rodoviário e morreu no dia do aniversário dela, atropelado por um motorista embriagado, quando atendia um outro acidente na estrada.
No dia da morte, o condutor nem se dava conta do que tinha acontecido. “Bebi umas duas, três doses de vodca", afirmou o estudante de direito Felipe Lunardi.
[FOTO2] A dor não passa. O casal sonhava em ter filhos. A lembrança do casamento que durou um ano está no pingente do colar e na aliança que não sai do dedo. Para Jussara, a vida parou no dia 20 de abril de 2009, quando o marido morreu atropelado.
Denílson Geraldo Oliveira tinha 40 anos e era cabo da polícia militar. Ele atendia uma ocorrência na BR-356. No mesmo local passava Felipe Lunardi que dirigia embriagado. Três anos depois do crime, o Tribunal da Justiça de Minas Gerais determinou que Felipe enfrente o júri popular. A família comemora a decisão da justiça. “A dor nunca vai acabar. Só de saber que vai ter justiça vai dar um pouco de estabilidade, para que outros não façam o que ele fez, não acabe com os sonhos de famílias”.
Assista à reportagem:


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1 de fevereiro de 2012