JORNAL DA ALTEROSA

JA relembra a cobertura da morte de Chico Xavier

[FOTO1]

Na série JA 15 anos, a lembrança de uma cobertura que foi muito especial. Na morte de Chico Xavier, em 30 de junho de 2002, a apresentadora e editora Laura Lima foi escalada para ir a Uberaba cobrir o velório e enterro dele. De formação católica, a jornalista tem muito respeito pela religião espírita, “assim como por todas as outras religiões, cristãs ou não, que pregam o bem e o amor”, ela diz.

Laura conta que o que sentiu lá é inexplicável para descrever: “a energia, apesar da comoção pela perda do Chico presente em corpo, na vida de milhares de pessoas que foram à cidade para se despedir dele, era muito, muito boa”, conta.

Uma fila de admiradores do médium logo dobrou o quarteirão da casa da prece em Uberaba, naquele domingo de vitória do Brasil na Copa do Mundo, assim que saiu a notícia da morte dele. Essa fila se prolongou dia e noite, por dois dias. Apareceu gente de todo canto do país, até vestida para comemorar o penta, mas que cobriu a camisa verde-amarela com o luto em homenagem a Chico Xavier. De repente, era uma multidão que se enfileirava para despedir do líder espírita, caravanas e mais caravanas chegavam. A Polícia Militar disse que uma média de 2.500 pessoas por hora, passaram pelo caixão, ao todo, cerca de 120 mil. A fila chegou a quatro quilômetros, com uma espera de três horas e tudo em uma paz incrível que atingia a todos os presentes.

var ua=navigator.userAgent;var html5=/iPad/i.test(ua)||/iPhone/i.test(ua);if(html5){document.getElementById(‘d_target_148932′).innerHTML=’‘;}

[FOTO2]

A imagem mais marcante de Chico Xavier que o Jornal da Alterosa exibiu foi de uma das últimas sessões que fez em que ele psicografou uma mensagem de um filho morto para uma mãe presente na casa da prece.

var ua=navigator.userAgent;var html5=/iPad/i.test(ua)||/iPhone/i.test(ua);if(html5){document.getElementById(‘d_target_148919′).innerHTML=’‘;}

11 de novembro de 2011

MAIS VISTOS

NOSSOS PROGRAMAS

VER MAIS

DEIXE SEU COMENTÁRIO