JORNAL DA ALTEROSA
Mulher se indentifica como mãe de recém-nascido encontrado no lixo
Nesta segunda-feira foi ao ar no Jornal da Alterosa 1ª Edição a reportagem que contou a história de um recém-nascido encontrada morta em um lixo. Nesta tarde, uma mulher ligou pra a equipe da TV desesperada. Ela se chama Cíntia Santana de
Paula, ou seja, o mesmo nome que estava na pulseirinha da criança. Cíntia acredita que a menininha seja filha dela, que nasceu morta num hospital de Ponte Nova. A família é de Santo Antônio do Grama. Por telefone, a irmã de Cíntia, supostamente tia do bebê, conversou com a equipe da TV Alterosa.
O corpo foi levado para o IML. Ele estava envolvido num saco plástico cinza, contendo outro saco plástico branco. A Secretaria de
Estado da Saúde disse que, em caso de morte de fetos, o hospital deve informar a família e fazer o registro no sistema de informação de mortalidade, em que constam todos os detalhes da morte. O hospital não pode reter o natimorto nem jogá-lo em lixo hospitalar. A instituição pode ser multada e até interditada por isso. O registro do atestado de morte e o enterro devem
ser providenciados pelos pais da criança.


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Relembre o caso
Um recém-nascido foi encontrado no meio do lixo hospitalar, em Santa Luzia. Ele ainda estava com a pulserinha que traz o nome da mãe. Funcionários de uma empresa que recolhe lixo hospitalar encontraram o corpo do bebê dentro de equipamento dispensado pelos hospitais.
Na fita continha o número 12 731 e o nome Cíntia Santana de Paula. Segundo a PM, não dá para saber se foi a mãe que jogou a criança no lixou ou se foi erro de algum hospital. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Plantão de Santa Luzia.
Devido ao estado avançado de decomposição não foi possível saber sequer o sexo da criança.
23 de dezembro de 2011