JORNAL DA ALTEROSA
Quadrilha vendia notebooks de madeira nas ruas do Centro de BH
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Bruno Álvaro Sousa Carvalho diz que roubou por que precisava do dinheiro e depois de passar a perna nos clientes, ainda zombou deles na delegacia. “O que é bom custa caro. Cresceu o olho perdeu”, diz. Bruno não se preocupou muito em esconder o rosto. Mesmo algemado, ao lado dos comparsas, o jovem falou muito, riu, fez piada e se vangloriou do sucesso obtido como golpista. “Estou quase rico, filma meu tênis, meu relógio”, disse.
Sobre processo de produção do material, ele ironiza: “Nós corta tábua. É artesanal, nós somos artista, faz madeira virar dinheiro”.
A mesma quadrilha foi presa no início do mês na cidade de Pouso Alegre, mas voltou pra rua, para cometer o mesmo crime, dessa vez no Centro da capital. Atenção às dicas da polícia pra não cair no golpe. Veja::


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10 de maio de 2012