JORNAL DA ALTEROSA

Versão de Macarrão difere muito da apresentada pela promotoria no processo do Caso Bruno

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22 de novembro de 2012 – Luiz Henrique Romão, o Macarrão, fez um longo depoimento no final da noite de ontem e madrugada de hoje. A confissão do amigo de confiança de Bruno Fernandes surpreendeu a todos ao responsabilizar o ex-goleiro do Flamengo pela morte de Eliza Samudio. No entanto, o testemunho do réu difere muito dos fatos apresentados no processo pela promotoria.

No início de junho de 2010, Macarrão pega Eliza, com Bruninho, no Rio de Janeiro. De acordo com Ministério Público, ela foi mantida em cárcere privado na casa de Bruno no Recreio dos Bandeirantes. Já Macarrão disse que, ela foi levada para um restaurante, pediu dinheiro, eles foram ao banco e depois seguiram para a casa do goleiro, onde ela ficou livremente. Em todo esse período, Macarrão afirmou, que Jorge, menor na época, e primo de Bruno, estava presente. Uma contradição.

Na versão do processo, e também dita pelo tio de Jorge a uma rádio no Rio, quando o crime começou a ser investigado, Jorge só apareceu na viagem do Rio para Minas. Isso foi no dia 5 de junho. Macarrão, Eliza e Bruninho estavam no carro, quando Jorge, que estava escondido, aparece com uma arma e dá uma coronhada na cabeça da modelo.

O perito Jorge Sanguintte, contrato pela defesa de Bola, fez uma perícia no veículo e disse que foram encontrados sangue e vestígios de massa encefálica de Eliza. Já Macarrão, para justificar a presença de sangue no carro, contou durante a confissão, que Jorge deu uma cotovelada na jovem, mas isso ainda no Rio. E negou que eles tinham arma.

Pela denúncia de Ministério Público, Eliza ficou confinada e ferida no sítio de Bruno em Esmeraldas, com o filho, antes de ser morta. Em depoimento, Bruno negou e disse que ela veio por livre e espontânea vontade.

A acusação afirma que, Eliza foi morta no dia 10 de junho. Ela foi levada para casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, em Vespasiano. Lá foi assassinada, esquartejada e teve partes do corpo jogadas aos cães.

Na versão de Macarrão, no dia da morte, Bruno recebeu várias ligações de um número desconhecido e notou que o amigo estava estranho. Depois, o goleiro disse para ele levar Eliza para região da Pampulha. Macarrão contou que chegou a aconselhar o amigo, mas seguiu a ordem. Ele jurou que deixou Eliza com pessoas que estavam em um Palio preto, mas não viu quem eram porque estava escuro. Para encerrar, fez um desabafo: "Se tem alguém que acabou com a vida de alguém, foi o Bruno, que acabou com a minha vida". Assista:

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22 de novembro de 2012

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